quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

México, baby!

Sim sim, tem brazuca no México... Yo!  Vou tentar registrar aqui os melhores e piores momentos da minha pequena aventura na terra das pimentas... Creio que estou no lugar certo, porque dizem que sou uma pimentinha.... huahuahaua Vou fazer valer o apelido e trazer mais tempero a esse país em minha estadia.. ;)

HASTA LUEGO!

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Pensamentos Positivos



Tenho tentado me manter positiva mesmo quando tenho a ligeira impressão de que tudo ao meu redor está desmoronando... But guess what? As coisas estão mudando e toda a positive vibe que eu enviei para o universo parece estar voltando, finalmente, para mim…
Tentei sorrir a cada vez que senti vontade de chorar, me manter confiante quando tudo saía errado, perdoar quando queria matar e tentar sustentar uma série de atitudes que pudessem me manter equilibrada ou ao menos esperançosa...
Nem sempre essas tentativas deram certo, mas me senti feliz por tentar e frustada quando não funcionava tão bem (o que é bem compreensível)... Pois, tive so many contratempos ultimamente que me sinto cansada em só pensar em contá-los... Tiveram tantas coisas que me tiraram do meu normal e me abalaram de verdade que prefiro lembrar da parte que que de alguma forma voltaram a dar certo.
Amizades reconciliadas, trabalhos recompensados, esforços reconhecidos, sonhos que estão no caminho de serem concretizados... Sim, quero focar no que é bom e que me faz bem porque esse é o combustível que nos mantém em movimento, nossos desejos.
Estou muito feliz por estar começando a viver um pequeno sonho, que é tão meu e quase só meu, que sinto como se tivesse valido a pena todas as tentativas de me manter positiva, no matter what. É como se realmente eu estivesse sendo recompensada por ter visto luz no fim do túnel...
Cada um busca Felicidade no que nos faz nos sentirmos bem, eu foquei em mim e acho que estou me encaminhando pro que sempre quis... Me sinto mais eu do que nunca e provavelmente isso tudo não faz o mínimo sentido pra qualquer outra pessoa além de mim.. (yo lo sé)
Algumas pessoas tem sonhos de encontrar um grande amor, outras de serem ricas, outras bem-sucedidas... Eu? Bem, no momento eu só quero ser eu, no máximo, terminar a minha graduação e começar logo um mestrado em Letras.. RS (Sou louca, né ? ) Num mundo onde as pessoas só pensam na profissão que as façam enriquecer, escolhi a que me faz sorrir... stupid girl e futuramente poor girl... Mas, definitivamente, HAPPY girl for sure!!!!
É como me sinto.... Como se tivesse começado a seguir o caminho que nasci para seguir....
Wish me luck!



sábado, 15 de outubro de 2011

You're Unique....







Nunca em momento algum perca a fé em você ou tente ser alguém que você, simplesmente, não é.


  Sabe o que faz cada um de nós sermos, do nosso próprio jeito, especiais?
Sermos únicos! Exatamente. Não existe no mundo ninguém igual a você, por mais que você tenha um irmão gêmeo que seja incrivelmente parecido com você, vocês não são iguais. Cada um possui uma essência e algum fator interior que os diferencia.
Por isso, muitas vezes erramos quando tentamos ser ou parecermos algo que não somos para nos enquadrarmos em alguns parâmetros e modelos eleitos por certas modinhas da sociedade.
  Veja bem, não sou contra a busca por um ideal melhor de beleza ou de caráter, e sim contra a mudança forçada para agradar a alguém que não seja a nós mesmos. Se você quer emagrecer, o faça porque isso lhe trará felicidade e não porque a sociedade diz que só pode ser considerado bonito quem se assemelha à caveiras ambulantes mesmo que isso custe uma abdicação da própria saúde.
  O que defendo é que cada ser humano é autêntico do seu jeito porque não existe no mundo nada que seja EXATAMENTE igual em aparência e essência, logo, lutar contra essa originalidade que já nos é intrínseca me parece loucura.
  Porque algumas vezes entramos numa busca desenfreada para atingirmos padrões impostos pela sociedade sem ao menos refletirmos se isso agride o que realmente somos. Imagino que isso ocorra numa procura por aceitação. Se temos a aprovação de todos ao nosso redor, imagino que nos sentimos “realizados”, com uma sensação de dever cumprido, mas não acredito que felizes.
  Visto que felicidade é fazer o que gostamos como apreciamos e termos a coragem de interpretarmos o papel de nós mesmos na sociedade, independente dessa tal “aceitação” ou reprovação às quais somos submetidos diariamente.
  É muito importante que não nos deixemos sucumbir por todas essas loucuras que nos são vendidas pela mídia, pelas pessoas que nos cercam, e às vezes, até pela nossa própria família. Obviamente que nem todos os que nos induzem a sermos ou fazermos algo o faz conscientemente. Sua mãe ao lhe contar todos os contos de fadas com os quais você convive desde a infância, nem sempre está consciente que está lhe passando um ideal de príncipe encantado, de felicidade eterna e tudo o mais, ou até está, porém julga ser esse o pensamento certo a ser propagado e não o faz por mal.
  Acho que ao vivermos em sociedade temos de interagir com ela porque esse é o objetivo de nos organizarmos desse jeito, contudo não concordo que temos de aceitar todas as regras impostas sem antes refletirmos e enquadrá-las a quem somos de verdade. Não me refiro aqui às regras básicas de respeito ao próximo e à moral e os bons costumes, falo das tendências como vestuário, seleção vocabular, estética de maneira geral, como por exemplo, o cabelo que você quer usar, a música que deve ouvir...
Falo de pequenas coisas que no final formam quem somos e quem queremos ser.
  Se vir um vestido extremamente lindo e tiver condições, compre-o. Mas faça isso para agradar a você mesma e não porque todas as suas amigas adorariam ter aquele novo modelito. Se quiser levantar o máximo de pesos possível nos aparelhos da sua academia, esforce-se. Mas, só assim o faça se isso lhe parecer um desafio que lhe proporcionará orgulho próprio e não porque almeja ser o/a mais forte e definido/a de todos para obter atenção e aprovação dessa tão exigente sociedade. Autenticidade é isso, almejar a perfeição para regozijo próprio e não para satisfazer necessidades que, de fato, nem lhe pertencem.
   Em síntese, tentar ser o mais original possível me parece ser o jeito mais certo de nos mantermos sãos e felizes, já que não consigo enxergar frustração em quem faz o que quer e o que gosta. Claro que a vida não será um mar de rosas só porque você consegue ser crítico o suficiente com tudo que o cerca. Entretanto, alguém que tem a atenção voltada para si próprio e tenta se respeitar ao máximo, prova ter fé em quem é de verdade e que se gosta acima de tudo, consequentemente  é alguém que não importa o que aconteça, lutará pelos seus sonhos e seus ideais e, sinceramente, acredito ser esse o objetivo da vida: Caminharmos sempre adiante buscando novos horizontes que nos completem e nos façam bem.
 
"As pessoas mais felizes não tem as melhores coisas,
elas sabem fazer o melhor das oportunidades que aparecem em seus caminhos."
Clarice Lispector

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Refletir ou explodir, eis a questão.....

“Qndo me sinto chateada com algo, ou eu explodo ou me contenho.
 Escolhi me conter.”




Há algum tempo atrás eu escrevi essas palavras a alguém muito próximo a mim, frente a um grande impasse e hoje não sei até que ponto essa pode ser a melhor escolha a se fazer, de fato, já que tenho percebido que se tivesse explodido mais, teria ,consequentemente, errado menos.
Acho que quando adquirimos um certo nível de maturidade nos cobramos um grau maior de acertos nas decisões que temos a fazer e isso acaba nos impossibilitando de sermos mais autênticos, tentando ser mais equilibrados. Nesse exato momento, tenho me sentido muito “arrependida” de tentar ser sempre muito centrada e “certinha”, chutar o balde tem me parecido algo muito mais natural.
E eu, essencialmente, prefiro o que é natural, tudo aquilo que acontece porque tinha de acontecer e não porque o planejamos. Então, ao reler essas minhas palavras, senti uma certa inquietação por perceber que tenho agido assim cautelosamente na maior parte do tempo e isso não me agrada.
Penso que ao agir com muita precaução, abrimos mão de grande parte do que nos é essencial e intrínseco, ao perceber essa minha postura, tento descobrir agora uma maneira de voltar a ser mais “moleca”, sim moleca, porque quando mais novos não nos preocupamos tanto com as possíveis reações que as nossas ações podem causar. Então, penso que resgatar esse espírito destemido que naturalmente adquirimos na nossa infância e adolescência deve ser um bom começo.
Não que isso possa ser levado ao pé da letra, visto que, usar de muita rebeldia em lugares muito sérios como faculdade, estágio e emprego não será muito apropriado. No entanto, nas nossas relações interpessoais essa aitude pode ser muito eficaz. Muitas vezes nos reprimimos demais para mantermos a paz, ou para tentarmos não causar maiores problemas ou  trazer discussões às nossas relações, sejam elas com amigos ou amorosas.
Pergunto-me até que ponto estamos sendo sinceros com nós mesmos quando suprimimos muito do que sentimos ou pensamos só para não piorarmos certa situação ou não causar aquela típica “DR” ( discussão de relação).
O que eu posso falar de experiência vivida é que por tentar ser muito racional, em alguns momentos críticos, deixei de ser eu mesma, agi com a cabeça e joguei o coração no lixo, cheguei a pensar não ter mais um batendo aqui dentro.
Mas, de um tempo pra cá tenho exercitado o meu lado aventureiro e tentando equilibrar a racionalidade com o sentimentalismo a fim de não perder a minha autenticidade, mas também não tacar a cara na parede por agir apenas pela emoção e por ouvir o boboca do tal do coração. (RS)
É isso, ainda estou aqui meditando sobre qual a melhor maneira de agir frente a impasses e dificuldades, se nos contendo para racionalizar todo o processo ou explodindo e jogando tudo no ventilador pra ver no que dá no final de tudo.
Sim, porque quando a corda arrebenta só há esses dois caminhos a seguir sob o meu ponto de vista.... Se alguém souber alguma opção diferente dessas, por favor, a divida.
Esse tipo de reflexão é daquelas que não nos direciona automaticamente a uma resposta exata, logo, o que penso agora é que devemos buscar fidelidade a nós mesmos, agindo de acordo com a nossa vontade, por outro lado, não consigo deixar de retroceder quando me encontro nessas situações adversas. Portanto, por mais que eu imagine que devemos ser mais juvenis no nosso dia a dia, sei que colocar essa atitude em prática não é tão fácil quanto parece ao descrevermos o processo, pelo menos não pra mim.
Em síntese, como eu sempre ressalto, imagino que o melhor é tentar nos aproximarmos o máximo possível do equilíbrio, apesar disso ser tão trabalhoso. Mas, um equilíbrio autêntico que se para alcançá-lo for necessário primeiro colocar a boca no trombone e explodir de uma vez, que assim seja!
Eu sou muito radical em tudo que faço, tanto que dei apenas dois caminhos que são, absolutamente, contrários. Porém, acho q a junção dessas duas possibilidades poderia ser a melhor escolha, uma pequena pausa para mentalizarmos as possíveis resolução para os problemas e uma fidelidade de ações ao que se passa dentro de nós mesmos para assim escolhermos as atitudes que deveremos tomar de fato.


“Porque há o direito ao grito.
Então eu grito.”  
               Clarice Lispector
                                                

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Should I stay or should I go?



Uma pessoa especial me fez perceber que tenho sérios problemas em admitir que preciso das pessoas, em geral... Mas, acho que fui feita pra não precisar de ninguém... Por mais difícil que isso possa parecer, tenho a necessidade de me sentir completa apenas com o que tenho que sou eu, enovelada de eu, como diria Clarice Lispector. Não que eu não sinta falta das pessoas e que elas não me façam bem.
Admito que a minha felicidade só é plena quando estou com a minha família e amigos, contudo sinto uma grande dificuldade em voltar atrás e tentar recuperar o que deixei no passado, por mais precioso que seja. Não que eu não saiba perdoar, mas porque eu realmente não sei admitir que necessito de alguém a ponto de retroceder. Uns chamariam de orgulho, eu prefiro pensar que estou me defendendo de possíveis novas surpresas.
Acredito que nós somos agentes da nossa própria sorte, alegria e felicidade, logo, precisar de alguém pra se sentir completo é algo muito mais intenso do que eu posso compreender. Como admiti acima, percebo que amigos e familiares tornam a nossa vida mais feliz, porém deixar a cargo deles o nosso bem estar não me parece suficiente, precisamos ter total controle sobre nós mesmos e sobre os nossos sentimentos e satisfação pessoal.
Às vezes, gostaria de ser menos crítica quanto a isso, devido a esses parâmetros, me torno muito imparcial quando se trata de dar o braço a torcer e além de perdão, ser capaz de oferecer segundas e terceiras chances. Sei perdoar e não guardar mágoas, mas não sou tão boa em dar essas novas oportunidades, infelizmente.
Talvez com o passar dos anos eu consiga melhorar isso, mas sinceramente, me pergunto até onde eu estaria errada sendo como sou... Será que dando oportunidades para quem já errou com a gente, não estamos dando também chances delas cometerem não só os mesmos erros como erros ainda maiores? Até que ponto estaríamos nós dispostos a sofrer por quem gostamos?
Valeria mesmo a pena sofrer por quem já nos feriu no passado? Sempre leio uma passagem que diz mais ou menos assim: “Todos vão nos decepcionar, só basta escolhermos por quem realmente vale a pena sofrer.” E acredito nisso, mas depois que essas pessoas nos fazem sofrer, até que ponto deveríamos lhes dar a possibilidade de o fazer novamente?
Em alguns poucos momentos, acho que se gostamos de alguém de verdade temos de tentar até o fim, mas ultimamente, na maior parte do tempo não me sinto tão generosa e continuo engessada ao modelo mais tradicional de mim que não tem facilidade em voltar, em vez de prosseguir.
A única coisa que sei e que faz sentido pra mim no momento é que preciso continuar a minha caminhada com ou sem essas pessoas e se um dia nossos caminhos tiverem de se cruzar novamente, isso irá acontecer naturalmente, seja por iniciativa minha ou delas. Essa é a minha verdade atual e a ela tenho me apegado nesse momento da vida....

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Me, myself and I....


Quem sou eu pra mim?
First of all, sou alguém a caminho de algo que ainda não descobri... Sei que preciso seguir e que não devo em hipótese alguma desistir, mas também não sei dizer ao certo a que me destino e o que busco...
Nesse exato momento busco equilíbrio, componente indispensável à vida e que nos auxilia a fazer as melhores escolhas. Por não saber exatamente aonde quero chegar, ainda tenho muitas decisões importantes a tomar.
Parece ser muito fácil adquirir certo grau de equilíbrio, mas não é. Ser equilibrado quando nem mesmo sabemos o que queremos fazer e que rumo seguir é um grande desafio. Manter a cabeça no lugar quando todo o resto parece desabar é um exercício desgastante, contudo muito compensador, visto que, sentar e chorar não são opções válidas. Pelo menos não para mim.
Recuso-me a derramar lágrimas por coisas e pessoas que não valem a pena ou  ainda por problemas irremediáveis. O que não tem solução, solucionado está, já dizia o capcioso adágio. Então, frente ao decepcionante só nos resta equilíbrio e bom humor porque rir ainda é a melhor saída.
Enxergo-me como alguém a procura do seu verdadeiro eu, da sua verdadeira essência. Ajo como se eu precisasse me redescobrir a cada dia, já que mudamos a cada minuto e não há nada mais interessante que nós mesmos sob o nosso próprio ponto de vista. Não há ninguém que possa me surpreender mais do que eu mesma e não existe no mundo ninguém igual a mim.
Ao falar de mim, falo de toda a espécie humana. Cada pessoa é especialmente diferente da outra, mesmo aquelas que são fisicamente idênticas, possuem identidades e personalidades completamente diferentes. E um dos componentes que torna a vida tão mágica é o fato de toda e qualquer pessoa ser, absolutamente, diferente das outras. Pensamos diferente, agimos diferente, andamos diferente e escolhemos destinos diferentes.
Enquanto algumas pessoas se encarregam de decifrar outras e dedicam a sua vida a entender, na maioria das vezes, o ser amado, eu optei por estudar a mim. Nesse estágio da vida, ouço as minhas palavras, reparo nos meus passos, analiso as minhas decisões e, acima de tudo, tenho o meu foco em mim.
Talvez essa afirmação pareça meio egoísta ou narcisista, mas eu posso explicar; quando não temos certeza do que queremos ou esperamos é porque não estamos conseguindo ouvir a nossa voz interior, não estamos devidamente conectados a nós mesmos para seguirmos as nossas próprias vontades. E as respostas às nossas perguntas não estão fora, mas dentro de nós mesmos.
Logo, quando almejamos a novos horizontes e a novas perspectivas devemos nos voltar pra dentro de nós, porque aí alcançaremos o equilíbrio que nos permitirá enxergar claramente o que deve ser feito então. Não adianta querer achar respostas em outras pessoas ou objetos, a fonte do seu equilíbrio é a sua força interior. Buscar a si mesmo é fortalecer-se em sabedoria e, consequentemente, em equilíbrio.


“Escuto o silêncio que há em mim e basta...
Outro tempo começou pra mim agora...”
Ana Carolina

Love


All I want to feel is love…..

Diariamente, lidamos com uma gama de sentimentos como ansiedade, raiva, alegria, espanto e, felizmente, amor. E é nesse último que eu gostaria de fixar meu pensamento. Menos no amor romântico do que no amor cordial, refiro-me,primordialmente,  ao amor a tudo que existe ao nosso redor... Amor à natureza, amor ao próximo, amor ao trabalho, amor à família, enfim, amor à vida.
Muitas vezes vivemos por esperar que circunstâncias sobrecomuns nos aconteçam e hiper interpretamos o valor da felicidade. Digo isso porque acredito que a felicidade está no caminho para a autodescoberta... Sim, ao procurarmos a nós mesmos, em pequenos momentos experimentamos doses de felicidades que só serão percebidas por quem ama. Por quem ama alguém? Também, mas essencialmente por quem ama a si próprio.  Quando somos capazes de amar a nós mesmos somos, consequentemente , capazes de amar a todo o resto, inclusive a nossa própria singela felicidade. Singela, pois está conosco todos os dias, mas nem sempre conseguimos enxergá-la. Acredito fielmente nas afirmações de que a felicidade está nas pequenas coisas e acrescento, está principalmente indo em direção a quem está de braços abertos para recebê-la.
Às vezes, é mais fácil nos apegarmos aos maus sentimentos como o rancor, mágoa, raiva, frustração do que lutarmos para emanar o que gostaríamos de receber: perdão, carinho, dedicação e sobretudo AMOR. Nunca é fácil oferecer bons sentimentos quando os que recebemos passa longe de todo esse ideal de good vibrations. Não concordo com o velho dito popular de “olho por olho e dente por dente”. Acredito, conquanto, no que diz: “O que vai, volta” e se é pra voltar que voltem coisas boas porque de bad feelings já estamos fartos.
Falo de Amor e de Felicidade, pois apesar de serem palavras corriqueiras, às vezes, são tão banalizadas que perdem a sua verdadeira essência.  Algumas pessoas confundem casos ardentes com amor e dinheiro com felicidade, acredito que essas peças possam estar ligadas em algum momento, mas nunca entendidas como sinônimos.
Enxergo amor e felicidade de maneira simples e interligada, visto que, ao amar se é feliz e sendo feliz , automaticamente, se ama. E não há nada que eu admire mais do que o amor, seja ele qual for. O amor é altruísta e mesmo assim traz consigo uma magnitude apenas pelo ato de amar, quando amamos o outro, amamos a nós mesmos.
Por isso, em vez de odiar, amemos. No lugar de esperamos por um torpor de felicidade, agucemos nossos olhos para enxergá-la nas pequenas coisas. Em vez de amar com a intenção de receber mais e melhor, ame a si mesmo e deixe que esse amor envolva as pessoas ao seu redor que, por conseguinte, retribuirão esse sentimento com tanta simplicidade quanto o que você, sem querer, transmitiu.

"Aprendi que não posso exigir o amor de ninguém...
Posso apenas dar boas razões para que gostem de mim...
E ter paciência para que a vida faça o resto..."
William Shakespeare